sexta-feira, 16 de março de 2012
R.A.W. - Rango Around the World (3)
Porque parei com compras coletivas
Alguns anos atrás comprei um voucher vendido pelo Empório Verona através de um clube de compras que me garantia o direito de trocá-lo por "1 kg de bacalhau, 1 garrafa de azeite e 1 garrafa de vinho do porto".


quinta-feira, 15 de março de 2012
Capas de disco apetitosas!


O álbum Chiken and Beer de 2003, do rapper Ludacris, degustando um pouquinho mais que franguinhos e cerveja...
The Spaghetti Incident? do Guns N´ Roses, de 1993, traz uma macarronada!!!
terça-feira, 13 de março de 2012
O pior comercial já feito
Música para meus ouvidos!

segunda-feira, 12 de março de 2012
Mr. Mills Burguer
Como trabalho até tarde, procuramos lugares para comer depois do expediente. Principalmente quando o movimento no Kintaro é bom, pois não sobra nada para jantar... Um amigo que também vive a mesma situação me levou lá e foi um grande achado!
domingo, 11 de março de 2012
O que beber com... (1): Comida Coreana!




sábado, 10 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Cachaçaria Água Doce - Suzano

por exemplo, custa 5,50!

Vale por ser uma das poucas opções em Suzano.
R.A.W. - Rango Around the World (2)
quinta-feira, 8 de março de 2012
Caixa-rápido de cupcakes

Loja cria caixa-rápido de cupcakes 24 horas.
Questão delicada: cão-guia no restaurante
Tivemos uma discussão acalorada e interessante no Izakaya Kintaro. Um cliente, vendo nossa lendária placa que proíbe a entrada de animais, perguntou: - E se aparecer um cão-guia, como fica?Brincando, disse que se o cão aparecesse sozinho, teria que impedir sua entrada. Mas... Parando para pensar um pouco, me dei conta que nunca tinha refletido sobre o assunto.
Meu boteco se viu impelido a proibir por vários motivos, dentre as quais figuram como principais: promover a comodidade dos clientes (muitas pessoas não gostam de animais no ambiente onde se alimentam); e ser de extrema falta de higiene mantê-los onde se manipulam alimentos.

Antes de adentrar nesse mar turbulento, afirmo que o objetivo deste post é gerar a discussão para permitir a reflexão e, consequentemente, o conhecimento.
Nos dias de hoje pode parecer muito óbvio que a presença de cão-guia em restaurantes e bares deva ser permitida, já que a Lei Federal Nº 11.126, de 27 de junho de 2005, regulamentada pelo Decreto Nº 5.904, de 21 de setembro de 2006, determina que a pessoa deficiente visual pode adentrar em quaisquer locais públicos ou privados de uso coletivo, assim como treinador, instrutor ou acompanhantes habilitados em caso de animais em fase de socialização ou treinamento, mas não é tão simples assim, haja vista alguns problemas recentes relatados na internet (Clique AQUI e AQUI para ler as notícias).
Ao trabalharmos com alimentos e bebidas, sabemos o quanto um restaurante ou bar é diferente um do outro. Alguns locais podem ser difíceis de frequentar ou ainda trazer muito desconforto à pessoa ou ao cão-guia: um restaurante tradicional de Sushi, onde o cozinheiro monta o prato na frente do comensal (como o antigo Komazushi, lembram?); ou ainda cantinas italianas barulhentas que jogam formas de pizza ao chão... E por aí vai.
O fato é que São Paulo é uma grande capital, onde há opções para todos. Restaurantes e bares maiores podem oferecer conforto; e aqueles que oferecem locais especiais adequados aos animais, comodidade. Diante dessa grande variedade, não há porque se sujeitar a frequentar locais inadequados.

Pelo outro lado, barrar a entrada é grosseria e viola a lei. No caso específico do Izakaya Kintaro, se a pessoa quer conhecer o estabelecimento, mesmo sabendo das condições físicas do lugar, fico bastante lisonjeado, pois significa que existe algo lá que vale a pena ser conhecido, mesmo encontrando eventuais desconfortos.
É preciso ter bom senso, pois a lei generaliza tudo quanto é local de uso coletivo e o cão-guia, apesar de treinado, continua sendo um animal. O Estado garante o direito, mas é a pessoa quem escolhe o melhor para si e para seu fiel companheiro.

